A CIGARRA E A FORMIGA

Busquemos nas Fábulas de La Fontaine os dois tipos de pessoas no Brasil atual agindo através das mídias sociais: o tipo FORMIGA e o tipo CIGARRA.

A CIGARRA- canais e pessoas que não produzem NENHUM conteúdo, mas, se ocupam em difamar pessoas produtoras de conteúdo. Emitem OPINIÃO sobre tudo e todos. Fazem “fama” parasitando a vida dos outros destilando ácido e veneno.

A FORMIGA- canais e pessoas que produzem CONHECIMENTO próprio ocupando-se em criar uma rede de SABER.

Qual a razão dessa diferença? As pessoas oferecem ao mundo o que elas tem para dar: umas oferecem o ácido, a peste e a guerra; outras, oferecem o fruto do CONHECIMENTO, nem sempre doce.

No Brasil se confunde “opinião” com CONHECIMENTO. CIGARRAS acham-se FORMIGAS.

A CIGARRA E A FORMIGA, fábula clássica de La Fontaine, fala do valor do esforço- trabalho-honestidade-solidariedade X preguiça-verborragia-burrice. O Brasil está cheio de cigarras. O dia que este for um pais sério (de FORMIGAS) talvez consiga sair da lama em que se encontra.

Trabalhe e estude com gente séria, com FORMIGAS. CIGARRAS “cantam” até estourar.

Imagem anexa: Painéis de La Fontaine, Museu São Vicente de Fora, Lisboa. O Mosteiro de São Vicente de Fora tem a maior coleção de azulejos barrocos do mundo, e entre os cerca de 100.000 exemplos estão 38 painéis ilustrando as fábulas de La Fontaine. São obras criadas entre 1740 e 1750 por um dos mestres mais importantes da pintura em azulejo, Policarpo de Oliveira Bernardes. Foram colocadas nos claustros da igreja devido ao seu conteúdo moral, mas estão agora individualmente expostas no convento, acompanhadas dos textos com cada uma das histórias.

25 de fevereiro de 2017

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