O GIGANTE DEITADO DO RIO DE JANEIRO – Brochura Ebook Gratuita

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Descrição

NO RIO DE JANEIRO TEM UM GIGANTE?

Deus criou o mundo em 7 dias

Mas destes 7, Só no Rio Consumiu 2.

REFRÃO POPULAR (in: Aparência do Rio de Janeiro, de Gastão Cruls)

 

Gonçalves Dias (O Gigante de Pedra. In: Últimos Cantos, 1851) canta as belezas da cordilheira do Rio de Janeiro e afirma que há um gigante:

GIGANTE orgulhoso, de fero semblante,

Num leito de pedra lá jaz a dormir!

Em duro granito repousa o gigante,

Que os rais somente puderam fundir. […]

Mudaram-se os tempos e a face da terra,

Cidades alastram o antigo paul;

Mas inda o gigante, que dorme na serra,

Se abraça ao imenso Cruzeiro do Sul.

Nas duras montanhas os membros gelados

Talhados a golpe de ignoto buril,

Descansa, ó gigante, que enrredas os fados,

Que os términos guardas do vasto Brasil.

Porém se algum dia fortuna inconstante

Puder-nos a crença e a pátria acabar,

Arroja-te às ondas, ó duro gigante,

Inunda estes montes, desloca este mar!

Jacques Arago (1854), no mesmo sentido, assevera: Pela terceira vez te saúdo, ó Rio de Janeiro! Em pé sobre o convés, com o pescoço estendido, como se Deus me ouvesse restituído a luz dos olhos, eu via sair das águas o “Gigante Deitado”, tão pitoresco e felizmente talhado para guia dos navegantes. Sim! eu vejo a fronte bourbônica, o largo peito, a curva das pernas e o pé que indica a entrada da baía.

Para além destes dois clássicos, uma miríade de escritores dos mais diversos matizes, cantam que da entrada da Baía da Guanabara avista-se um complexo montanhoso em forma de um gigante deitado.

 

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