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A HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA E A CONTEMPLAÇÃO DA FALSIDADE DAS COISAS E DOS HOMENS

O Brasil padece de uma doença que é uma estratégia cínica e descarada de ao referir-se à história de Portugal o fazer sempre pela tangente obedecendo um padrão. Cito alguns:


1) NUNCA ou QUASE NUNCA as bibliografias citam fontes, autores e documentos portugueses, exceto os já velhamente conhecidos comentados pelos comentaristas dos comentaristas do comentarista;

2) NUNCA ou QUASE NUNCA os brasileiros citam autores portugueses para falar de Portugal, antes, buscam ingleses, franceses, americanos, franceses, etc, como se não houvesse vida inteligente em Portugal;

3) RARISSIMAMENTE os brasileiros citam a história Portugal ANTES de 1500, aliás, ela não existe;

4) SEMPRE que citam a história de Portugal os brasileiros comparam-na com a França (!), com a Espanha (!), etc, etc, etc, inventando paralelismos que não existem. Exemplo? Portugal NUNCA teve feudalismo e o que se chama por esse nome é um terreno de ovos frescos;

5) A MAIORIA das teses brasileiras sobre Portugal não vai além do século XVIII. Uma das razões? Brasileiro não lê documento paleográfico, brasileiro não cita manuscrito, brasileiro só lê preguiçosamente o português do século XVIII porque é o mais próximo do atual;

6) A MAIORIA dos historiadores brasileiros, mesmo os defensores da monarquia e conservadores, padecem de um mesmo mal propagando um mesmo erro: D. Pedro I e José Bonifácio INVENTAM, FORJAM documentos oficiais afirmando ter sido o Brasil colónia de Portugal. A partir dessa tese, lançada em 1822 para fazer frente às Cortes de Lisboa (leia-se Cortes maçônicas inglesas), a desgraça sobre o Brasil se cria;

7) INVENTARAM duas histórias para o Brasil: uma antes de 1822 e outra depois de 1822. Inexiste continuidade entre uma e outra;

8) INVENTARAM que o Brasil só teve 2 monarcas (D. Pedro I e Pedro II), ou seja, TODOS os Monarcas de Portugal antes de 1822 nunca foram REIS DO BRASIL. Ficou para as calendas da história D. Manuel, D. João III, D. Sebastião, D. João IV, D. Afonso VI, D. Pedro II, D. João V, D. José I, D. Maria Francisca, D. João VI. Isto é, antes de D. Pedro I o Brasil teve 10 Reis.

Ou seja, O BRASIL É UM PAÍS INVENTADO NA MAIOR EXTENSÃO DO QUE ESSA PALAVRA SIGNIFICA E INDICA.

Como um pais que é uma MENTIRA pode ter história e futuro? Como pode ser um pais se é uma INVENÇÃO? O Brasil é um simulacro de nação. Todo sentimento patriótico que se possa ter para com esse simulacro é também uma mentira.

Mas, há um BRASIL REAL. Onde ele está? É para ele que devemos dirigir nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. Basta de farsa!

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