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Atlântida

Segue o mapa de Churchuward (1930) citado agora no programa CULTURAS E IDENTIDADES como tendo sido encontrado em plaquetas de argila no Tibet fazendo referência a um período de 20 mil anos atrás. Temos o mapa inteiro e um detalhe do mesmo onde aparece claramente o Brasil com um “mar interior”onde hoje é a Amazônia. Essa era a configuração real do Brasil há cerca de 5000 mil anos antes de Cristo. A imagem acima refere-se a este link (A Ilha Brasil) que direciona para a nossa publicação onde apresentamos a pesquisa geológica e histórica sobre o mapa da ILHA BRASIL.



Mapa da Lemúria segundo o vidente William Scott-Elliot comparando com os atuais continentes. Observe o detalhe do mapa onde a Atlântida encaixa-se na Europa, Grã-Bretanha e África, portanto, não havia o Mediterrâneo. Lembremos que no programa CULTURAS E IDENTIDADES falei que o atual continente Europeu avançava 400 km mar adentro do Atlântico, precisamente na direção onde Platão situava a Atlântida.

É um mapa que muitos estudiosos desprezam por tratar-se de um “visionário”


Esta é outra publicação científica nossa sobre a tradição da Atlântida em Portugal: Cadernos da Tradição, vol. 2, ECOS PORTUGUESES DA ATLÂNTIDA

Ecos Portugueses da Atlântida

Este é o desenho do CAVALEIRO DA ILHA DO CORVO citado no programa CULTURAS E IDENTIDADES. “Trata-se de um desenho conjectural, publicado num estudo de Ferreira de Serpa sobre a estátua da ilha do Corvo.”


“A Atlântida nunca esteve no Atlântico. Platão, que nunca usa a palavra Okeanos para designar onde encontrá-la, di-la situada num pélago (mar interior). Além disso, para se compreender o cataclismo que a destruiu (submergiu) é necessário e conveniente remeter-mo-nos para a geomorfologia de 10.000 antes de Cristo. Em breve estará disponível um livro e um documentário sobre o tema, onde serão explorados estes e muitos outros detalhes. A literatura actual sobre a Atlântida é um mar-oceano de embustes e paralaxes opinativas.”

Manuel J. Gandra

“A chave para a compreensão da localização da Atlântida está contida nos Diálogos Timeu e Crítias de Platão. Porém, é essencial aceder a uma tradução exacta e não às traições constantes na generalidade das edições disponíveis, as quais, de facto, são interpretações (tendenciosas) do texto platónico e não a sua exacta tradução.”

Manuel J. Gandra

“Na tradição portuguesa, aliás partilhada por todo o ocidente europeu e até pelo africano, até ao Benim, subsistem tradições acerca de um desastre de dimensões cataclísmicas gerado por um tsunami. O problema é que tal tsunami terá ocorrido cerca de 10 mil aC e não cerca de 6 mil aC, data aproximada do dilúvio biblíco e do dilúvio que os gregos denominam de Deucalião.””

Manuel J. Gandra

Maquete cartográfica da América do Sul. Note que no mapa do Brasil onde é a Amazônia atual aparece um rebaixamento de solo muito semelhante ao desenhado o mapa de Churchward como sendo o “mar interior” do Brasil. Neste face Maquetes Cartográficas da Editora Entorno pode-se comprar maquetes de todos os tipos para montar.


Ainda sobre a Atlântida:

“O problema dessas e de outras teses opinativas é que datam a Atlântida da Idade do Bronze. Ora ela existiu até cerca de 10 mil aC e antes da sua submersão não havia ilhas gregas, porque o Mediterrâneo ainda não existia!”

“Se se tratar de alguma ilha açoriana, está fora de questão. Os Açores nunca integraram a Atlântida que, de facto, era a denominação de um Império talassocrático, governado por dez irmãos (5 pares de gémeos, filhos de Poseidon e de Clito), sito no ocidente da Europa e da África (até ao Benim, ou cerca dele) com capital na ilha de Poseidonia. A generalidade dos autores reduz essa ilha à Atlântida. ATENÇÃO: a geomorfologia de então não corresponde à nossa, pelo que é inútil tentar adivinhar localizações antes de reconstituir a paisagem como era há cerca de 12 mil anos.” Manuel J. Gandra

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