Uma ameaça: quem falar Presidenta será expulso

Presidenta ou Presidente? Texto de Miriam Rita Moro Mine, Pesquisadora da Universidade Federal do Paraná:

“No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.

Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…

Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.

Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.

Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha.

Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não”adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

Um bom exemplo do erro grosseiro seria: “A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta.”

A presidenta foi estudanta?

Existe a palavra: PRESIDENTA? Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?

Tenho notado, assim como aqueles mais atentos também devem tê-lo feito, que a candidata Dilma Roussef e seus apoiadores, pretendem que ela venha a ser a primeira presidenta do Brasil, tal como atesta toda a propaganda política veiculada na mídia.

Presidenta???

Mas, afinal, que palavra é essa totalmente inexistente em nossa língua?”


Pergunta: o que determina as mudanças em uma Língua é a gramática dessa ou são os seus falantes? Os adeptos da PRESIDENTA garantem que são as questões culturais que determinam as mudanças na Língua, e não as questões
gramaticais, por conseguinte, a Língua é um refém das necessidades sócio-culturais do Brasil. Ou seja, a Língua tem um progresso darwiniano. Acaso os distintos conseguem perceber que isso é marxismo cultural na veia, ou não?


Presidenta ou A Presidente?

Uma longa discussão carregada de ideologia política tem sistematicamente afirmado que “Presidenta” em português é mais antigo que “a Presidente”. De fato, a palavra aparece em 1878 no “O Universo Ilustrado” (que narrava o enterro fictício de uma “presidenta”); em 1851, na “Revista Popular de Lisboa”; no Dicionário de Cândido de Figueiredo (1899); na primeira edição do Dicionário Lello (1952) e na primeira edição do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora (também de 1952). Presidenta terá sido usado por Augusto Feliciano de Castilho, em 1872, na obra “As sabichonas” (tradução de “Les Femmes savant”, de Molière).

Presidenta foi usado na literatura portuguesa desde o século XIX e sempre com o sentido de galhofa, erro. E tais mundanices eram críticas literárias ao afrancesamento de costumes em Portugal. Os dicionários e a literatura captam esses momentos, bem como, os neologismos, as gírias e os regionalismos. Ocorre que, estes últimos conforme sua natureza, entram para o dicionário ou para a gramática e tem curta duração nos usos. Isso comprova a saúde do idioma, mas, nada além disso. As palavras tem uma etimologia e uma norma culta. O Brasil quer reinventar tudo o tempo inteiro.

António Houaiss tem um trato ideológico com a Língua, apoiado pela ABL, e sim Houaiss é esquerdista notório e adulterou por inteiro o projeto do antigo IILP (Instituto Internacional de Língua Portuguesa) e mais, seu projeto visava atingir em cheio a CPLP (Comunidade dos Povos Falantes de Língua Portuguesa), e atingiu. O Brasil é o responsável pela implantação da morte da Língua Portuguesa dentro dos países falantes de Língua Portuguesa.

Não se pode tratar esse crime com panos quentes.


Muita gente fala da pedagogia de Gramsci, mas, raros sabem identificá-la dentro de um projeto. Abaixo, uma verdade que poucos entendem e que os comunistas se empenham ao máximo para exterminar:

“Vernáculo não é política para viver de alternativas, para alimentar-se de amizades e confrarias. O vernáculo vive de escritores, e estes não se impõem pela quantidade, senão pela qualidade de obras que expressem o belo sem protuberâncias vocabulares nem manifestação de desnutrição, de doenças gramaticais.”- Napoleão Mendes de Almeida.

O Brasil tem escritores de qualidade? Quais? Sem escritor não há vida inteligente na Nação, não existe ALTA CULTURA.


“VEJA – O que o senhor acha das reformas ortográficas feitas periodicamente no português?

ALMEIDA – Vejo como uma forma de comércio. O interesse das reformas ortográficas é financeiro, não intelectual ou prático. Tem por fim o lucro, seja da Academia Brasileira de Letras, seja de alguma editora, seja de algum rato de ministério, como é o caso atualmente no Planalto. Certa vez o Cláudio de Souza, então presidente da ABL, esteve no meu escritório, antes da reforma de 1943, e me perguntou por que eu era contra a reforma ortográfica. Ele me explicou que a Academia tinha despesas com a impressão do vocabulário. Eu disse: meu caro, não acha que a sua resposta deve ser substituída pela reflexão de que o interesse da reforma ortográfica é de caixa, e não de ensino? O escritor interessado quer modificar a ortografia, mas o livro dele, sua gramática, com a nova ortografia, já está pronto. Em 1949, quando saiu um decretinho no Diário Oficial introduzindo a nomenclatura gramatical brasileira, um dos tratantes da comissão já estava com o livro dele, incluindo as modificações, na terceira edição.”


Na história da filogenia, o desenvolvimento da LINGUAGEM é o evento evolutivo que tornou o ser humano um animal diferente dos outros animais. E como atesta o prêmio Nobel John Eccles (In: A evolução do cérebro. Instituto Piaget, 1995; Cérebro e consciência. Instituto Piaget, 2000) o surgimento e desenvolvimento da FALA é um evento divino, não há explicação para o surgimento da VOZ ou da FALA.

O prof. Pier Luiggi demonstrou fartamente as conexões entre FALA/LINGUAGEM e MENTE-CÉREBRO. Somente os mentecaptos da ABL não sabem que a LÍNGUA impacta no desenvolvimento da capacidade cerebral e intelectual. Qualquer estudo mínimo de neurociência comprova isso. Portanto, quando um pais, como o Brasil, cria um Acordo Ortográfico e de quebra implanta na BNCC que a Língua Portuguesa é de somenos importência para a cultura e o desenvolvimento do pais isso é crime de lesa-pátria. O que está em curso é um projeto governamental de estupidificar a nação, de torná-la uma nação de mentecaptos. Isso ultrapassou a esfera de engenharia social.

Será, por todos os demónios do inferno, que as pessoas não conseguem conectar os fatos e os dados?


O maior feito alcançado por Antonio Houaiss foi o Acordo Ortográfico de 1990 da língua portuguesa, em que combinou suas duas carreiras – a de diplomata, membro do serviço exterior brasileiro, e a de linguista -, e o qual abordou seu ponto de vista internacional-esquerdista, criticado entre outros por Paulo Francis e Napoleão Mendes de Almeida


Alguns Membros da ABL evidenciam seu norte missonal: José Sarney, Ivo Pitanguy, Paulo Coelho, Celso Lafer, Merval Pereira, Evanildo Bechara, FHC, Marco Maciel, Edmar Bacha, Zuenir Ventura.


Entrevista que Napoleão Mendes de Almeida concedeu à Veja sobre a Língua Portuguesa e o Acordo Ortográfico.

link: https://traducoesgratuitas.blogspot.com.br/2009/06/napoleao-mendes-de-almeida-veja.html


Um dos melhores dicionários da Língua Portuguesa é o de António Cândido de Figueiredo “Novo Dicionário da Língua Portuguesa”, originalmente publicado em 1899 e depois alvo de múltiplas reedições até a 25ª, em 1996. O dicionário de António Houaiss é de uma bestialidade sem precedentes


Napoleão Mendes de Almeida, foi um dos raros intelectuais no Brasil que se insurgiu contra o famigerado Acordo Ortográfico. Anexo, artigo da “acadêmica” esquerdopata Celeida Acosta que o classifica de “radical” por defender a Língua Portuguesa. Claro, o Acordo Ortográfico é sopa no mel para o projeto pedagógico de Gramsci. E o Brasil não satisfeito levou-o para todos os países falantes de Língua Portuguesa da CPLP.

link: http://www.uenp.edu.br/trabalhos/cj/anais/soLetras2010/Celeida%20Acosta.pdf


Sabe quem inventou a palavra PRESIDENTA que Dilma Rousseff usava e usa? António Houaiss no seu “Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa” a belezura está lá. Houaiss é um sacripanta esquerdista movido pela ambição de implementar a pedagogia gramsciana na Língua Portuguesa. Conseguiu seu intento, com pleno aval da Academia Brasileira de Letras.


Repostando o vídeo com a entrevista-denúncia com Sérgio Pachá ex-Lexicógrafo-Chefe da ABL (Academia Brasileira de Letras) na época da reforma ortográfica da Língua Portuguesa, projeto nascido da cabeça do intelectual esquerdista brasileiro Antônio Houaiss, tido como destacado filólogo da ABL e em cujo dicionário criou a palavra PRESIDENTA, o que levou Dilma Rousseff a assumir para si essa teratologia linguística.

Pachá conta como nasceu a idéia do acordo, os absurdos de suas premissas e o caráter indefensável das mudanças por ele propostas.

A ABL tem sido com celeiro de CRIMES contra a Língua Portuguesa.


As pessoas repetem a palavra ALTA CULTURA sem atentar para seu real significado. Pela via governamental, a ALTA CULTURA NUNCA será implantada, ao contrário, tudo está encaminhado para aprofundar o projeto de engenharia social do Brasil. Bastam 3 dados para comprovar o que digo: 1) o Acordo Ortográfico; 2) o conteúdo das disciplinas da BNCC; 3) o Projeto de Lei que propõe destruir todos os manuscritos do Brasil.

Quem entende MESMO e a SÉRIO as implicações do acima especificado ou daria um tiro na cabeça ou mandaria explodir Brasília.


O programa A REPÚBLICA de hoje tratará do tema O NEGÓCIO DO ACORDO ORTOGRÁFICO. Este é um tema de estrema relevância dado que o referido AO aniquila por completo a Língua Portuguesa. Em Portugal, o AO está sob júdice e será de bom tom que no Brasil as discussões também se iniciem. Urdido sob a premissa do comércio (diga-se imoral) de modo algum se pode matar a Língua de todos nós.

“O projecto, nascido da cabeça do intelectual esquerdista brasileiro Antônio Houaiss, foi desde o inicio um empreendimento com fins lucrativos, apoiado por urna poderosa máquina política e comercial com ramificações em Portugal.” As consequências disso para a ALTA CULTURA são dramáticas, dramáticas, dramáticas!!! E tudo sob os auspícios e apoios da ABL (Academia Brasileira de Letras).


 

8 de janeiro de 2019

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